segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em acionamento a denuncia anônima, Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, deslocaram ate a AV Presidente Getulio Vargas e também na Rua RAQUEL FERREIRA

Em acionamento a denuncia anônima, Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, deslocaram ate a AV Presidente Getulio Vargas e também na Rua RAQUEL FERREIRA, onde usuários e comerciantes do entorno dos endereços reclamavam de poluição que estava ocorrendo nos locais. Nos locais os policiais militares ambientais verificaram o seguinte: Que um caminhão que transporta vísceras, couros, ossos entre outros materiais oriundos de abatedouro, estava deixando cair nas vias sangue e gordura animal. Este fato estava provocando poluição, pois o sangue estava escorrendo para as galerias de águas pluviais e conseqüentemente iria alcançar o recurso hídrico alem do mau cheiro, para os usuários e comerciantes. Outro fato é que a gordura animal quando em contato com o asfalto diminui a aderência dos pneus dos veículos e que ocasionar acidente de transito principalmente no caso de motocicletas e bicicletas. Diante dos fatos o autor foi identificado e registrado um boletim de ocorrência e as medidas cabíveis para os órgãos competentes.

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, em acionamento a denuncia formulada na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas,

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, em acionamento a denuncia formulada na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas, deslocaram ate um bairro do município, onde segundo informações dos moradores uma empresa estava causando transtornos aos vizinhos. De posse de um abaixo assinado os policiais realizaram contato com centenas de moradores que reclamavam de poeira excessiva, sujeira, alem de problemas de saúde tais como Renite, Bronquite e problemas respiratórios. sendo gastos grandes quantidades de remedios para tentarem melhorar a qualidade de vida Foi identificado o que estava ocasionando os problemas sendo confeccionado um boletim de ocorrência e as medidas cabíveis para os órgãos competentes. E a empresa se comprometendo a sanar a irregularidade. para melhorar a qualidade de vida dos moradores.  Denuncias desta forma podem serem feitas na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas.

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, proferiram palestras para alunos do ensino fundamental de escolas municipais e para empresas,

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, proferiram palestras  para alunos do ensino fundamental de escolas municipais e para empresas,  para o melhor compreensão dos assuntos são exibidas em  slides de ocorrencias ambientais da região do municipio para que o publico se intereja com os problemas enfrentados  pelo meio ambiente onde foram abordados os seguintes assuntos:
 
Atividade de Meio ambiente: não vamos pescar com materiais predatórios tais como tarrafas, redes de emalhar; não vamos pescar com materiais que causam mutilação nos peixes, tais como fisgas, chuveirinhos, anzóis múltiplos; não vamos danificar, cortar árvores em logradouros públicos (praças, jardins, ruas) e em zonas rurais; não vamos maltratar e nem matar os animais; não vamos aprisionar os pássaros e as aves silvestres sem licença do órgão ambiental competente; não vamos colocar fogo em lotes, vias públicas, matas; não vamos desperdiçar água potável em nossas residências, diminuindo o tempo de banho no chuveiro elétrico, não utilizar água como vassoura, não deixar torneiras e registros defeituosos, economizar água quando lavar o carro; vamos fazer a separação do lixo em nossa residência e evitar o máximo possível o desperdiço, vamos jogar o lixo no lixo; vamos cuidar do meio ambiente, preservar a natureza e nosso dever; vamos chamar a Polícia Militar de Meio Ambiente em caso de crimes ambientais através do nº 181 - Denúncia Anônima, para a proteção do meio ambiente.

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

trgpNesses tempos em que se discute a obrigatoriedade legal da conservação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APPs), tenho me referido muito ao artigo “The Tragedy of the Commons” (A Tragédia dos Comuns), publicado na revista Science em 1968, pelo biólogo Garret Hardin. Apesar da data da publicação ele ainda é muito pertinente para os dias atuais.

O texto de Hardin é um clássico da literatura ecológica que discute, dentre outras coisas, os conflitos de interesses existentes no uso de um recurso. De forma bastante clara, ele demonstra como a utilização irrestrita de um bem coletivo leva inevitavelmente ao seu completo esgotamento. O exemplo utilizado por Hardin foi retirado do trabalho do matemático William Foster Lloyd sobre a posse comunal de terras em aldeias medievais.

Imagine uma área de pastagem pública onde qualquer pessoa possa colocar seus animais para o pastejo e engorda. De forma geral, todos têm um interesse comum em preservar esse local, porque é a partir dele que conseguem alimentar suas crias. Como se trata de um pasto público, entretanto, ninguém pode ser impedido de utilizar a área. Cada animal novo que é colocado para pastar gera um resultado positivo para seu criador, na forma de aumento do seu lucro. Mas cada animal a mais gera também um impacto negativo sobre a pastagem, que tende a uma superexploração. Quando o pasto acaba, todos que o utilizam são prejudicados. Ou seja, o lucro é individualizado, mas o prejuízo é dividido pela coletividade.

Esse exemplo serve muito bem para explicar porque é tão difícil se ter sucesso com as políticas de preservação atuais. A lógica que se estabelece todas as vezes em que se admite o uso de um recurso comum é, na definição mais simples, “egoísta”. Parece fazer parte da natureza humana a tendência de se tentar tirar o máximo proveito de algo, sem se preocupar com o quanto se contribuiu individualmente para sua produção ou proteção.

Essa lógica se faz presente em praticamente todas as esferas da sociedade e se manifesta de diferentes formas. Em todas elas, entretanto, o que se observa é um entendimento intrínseco de que “o que é público não tem dono e por isso mesmo cada um utiliza do jeito que bem entender”. Isso se observa no aluno que depreda a escola pública em que estuda, no cidadão que não se importa em deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes, ou no político que passa a fazer as mesmas coisas que costumava criticar antes de ser eleito. Se o bolo é da coletividade, se sai melhor aquele conseguir pegar o melhor pedaço, não importando se um dia ele acabará e todos morrerem de fome. A tragédia se refere justamente a isso. Um dia, tudo que é superexplorado se esgota e não importa se você pegou apenas o que lhe era devido ou se abocanhou mais do que podia, todos terão o mesmo fim.

As florestas, assim como a água, a biodiversidade e os demais recursos naturais são bens da coletividade. A todos é dado o direito da utilização, assim como o dever da preservação. Mas é justamente aí que mora o problema, pois a tendência natural é a de que todos utilizem, mas poucos se preocupem em preservar. Devido a isso é que o papel das leis e da fiscalização é importantíssimo. Deixar a cargo da consciência de cada um a responsabilidade da manutenção dos recursos é, no mínimo, arriscado.
Compreender a lógica da Tragédia dos Comuns é importante para que se possam definir ações e políticas públicas que levem efetivamente à conservação. Se os seres humanos tendem a agir somente em benefício próprio, por que até hoje não se estabeleceu uma política ambiental pautada na valorização dos que preservam? Por que não fornecer incentivos fiscais, econômicos e tecnologia para os proprietários que mantem conservadas as suas APPs e reservas legais? Por que não premiar o certo ao invés de apenas punir o errado?

O projeto em análise para alteração do código florestal não traz nenhum tipo de subsídio ou incentivo a quem se dispõe a preservar. Muito pelo contrário, a proposta atual é anistiar quem desmatou, desvalorizando ainda mais os que sempre andaram de acordo com a lei. Esse é mais um dos motivos que me fazem repudiar o texto aprovado na câmara. As alterações propostas ao mesmo tempo em que incentivam o desmatamento, não abrem nenhuma porta para motivar a preservação.

A mudança de paradigma na política ambiental brasileira é uma necessidade urgente. Perceber os erros depois que o bolo já tiver acabado não vai adiantar de mais nada.
Fonte: http://www.grnewns.com/

www.artemisambiental.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Policiais Militares do 3º Grupamento Ambiental, em atendimento a denuncia anonima deslocaram ate a BR 352 proximo ao entrocamento com a BR 262

  Denuncias podem ser feitas pelos telefones 2323-2230 ou 181 ou ainda na 4ª Promotoria de Justiça de Para de Minas.



Policiais Militares do 3º Grupamento Ambiental, em atendimento a denuncia anonima deslocaram ate a BR 352  proximo ao entrocamento com a BR 262. No local os policiais militares ambientais constataram que na margem esquerda da rodovia sentido Belo Horizonte para Para de Minas individuos não identificados haviam jogados sacos de linhagem contendo  no interior diversos frangos de granjas.O mal cheiro no local é insuportavel devido a decomposição dos frangos sendo que existe uma proliferação de insetos vetores de doenças no local como moscas.  Foi verificado ainda que existe uma grande quantidade de URUBUS que estão se alimentando das animais mortos. Devido a grande quantidade de urubus algumas destas aves tendem a permanecer na pista de rolamento  o que pode acontecer algum acidente de transito.  os  Policiais estão confeccionando um boletim de ocorrencia dos fatos uma vez que o autor ainda não foi identificado. Foi observado ainda que os frangos são oriundos de granjas e não de abatedouros pela carcaças dos animais inteiros. Denuncias podem ser feitas pelos telefones 2323-2230 ou 181 ou ainda na 4ª Promotoria de Justiça de Para de Minas.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre. OURIÇO CAIXEIRO


Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de moradores do Bairro Dom Bosco no município de Para de Minas de que devido a um incêndio em uma área de intensa vegetação, animais da fauna silvestre para fugirem de serem queimados estavam se refugiando nas ruas do bairro.  Durante o patrulhamento para localizar e recolher os animais. Foi localizado  na rua um animal da espécie ouriço-caixeiro, os militares do policiamento ambiental  para evitar que o animal fosse atropelado foi feito o seu recolhimento e, depois de avaliado por médico veterinário, encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida contribuindo assim para equilíbrio do ecossistema.


ouriço-caixeiro (Coendou prehensilis) é um porco-espinho arborícola, solitário, notívago e frutívoro, encontrado em florestas tropicais do México até na América do Sul.


   O Coendou prehensilis é um pequeno mamífero de 18 a 20 cm de comprimento e cerca de 1 kg de peso máximo, seu corpo é coberto por espinhos curtos e pontiagudos em cor esbranquiçada ou amarelada, misturada com o pelo mais escuro. Esse animal tem hábitos arborícolas e transita com freqüência pelas bordas das matas de galeria, onde pode entrar em contato com animais domésticos e pessoas, eles são animais noturnos, mas que no final do dia já começam a ficar bastante ativos.


    À noite saem para procurar presas, tendo que seu olfato e audição são bastantes aguçados, eles também são animais solitários e territoriais, só se encontram nos meses de abril e agosto para se reproduzirem. Cada ninhada é composta de quatro a sete filhotes, que nascem em um ninho construído com folhas secas. Com três meses de idade, eles podem deixar o ninho. São animais que em condições ideais podem viver até sete anos.

    O ouriço-cacheiro é maior insetívoro da nossa fauna, com um comprimento do corpo entre 18 e 20 cm e cerca de 1 kg de peso máximo, sendo o valor mais habitual os 700 g.

    É facilmente identificado por ter o dorsocoberto de espinhos longos e aguçados, de cor acastanhada e com bandas escuras nas extremidades. A cauda é muito pequena, as orelhas são igualmente pequenas e a cabeça encontra-se bem destacada do corpo.


    A  cabeça e a superfície ventral são densamente cobertas de pêlos. Tem um sentido de visão pouco desenvolvido, ao contrário da audição e do olfacto. Quanto sente perigo enrosca-se, expondo os espinhos como armas de defesa. Hiberna entre Novembro e Março. É um animal solitário e territorial, de hábitos essencialmente noturnos, podendo ser observado nas últimas horas do dia e ao amanhecer.


    Alimenta-se, sobretudo de invertebrados que encontra no solo - minhocas, escaravelhos, lagartas, aranhas e lesmas - embora também por vezes consuma ovos e pequenos vertebrados - sapos, lagartos, crias de roedores e de aves. Também come peixe, até porque é um excelente nadador. Consome cerca de 70 g
de alimentos por noite.

A época da reprodução verifica-se de Abril a Agosto, tendo a gestação uma duração de 12 a 13 semanas. Cada ninhada é composta por 4 a 6 crias.

Tem uma longevidade máxima de 7 a 10 anos, vivendo em média 3. As principais causas de mortalidade são a fome durante a hibernação e a predação por parte de raposas, texugos ou mesmo cães.
Os atropelamentos na estrada constituem também um importante fator de mortalidade desta espécie.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de moradores do Bairro Dom Bosco no município de Para de Minas de que devido a um incêndio em uma área de intensa vegetação, animais da fauna silvestre para fugirem de serem queimados estavam se refugiando nas ruas do
bairro.  Durante o patrulhamento para localizar e recolher os animais. Foi localizado  na rua em meio ao transito de veículos, uma ave da espécie Seriema, os militares do policiamento ambiental  para evitar que a
ave fosse atropelada foi feito o seu recolhimento e, depois de avaliado por médico veterinário, encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida contribuindo assim para equilíbrio do ecossistema.

Seriema, sariema ou siriema é o nome vulgar dado às aves pertencentes à família Cariamidae, da ordem Cariamiformes.  São aves de médio porte, terrestres, que preferem correr a voar. O grupo é nativo da América do Sul e habita zonas de pradaria ou florestas abertas. As seriemas alimentam-se de insectos, lagartos e pequenas cobras, como também de cajus e cajus do cerrado.

 Em contato com os humanos, as Seriemas são sempre  desconfiadas e quando se sentem ameaçadas por eles, costumam abrir suas asas e enfrentá-los. Diz à lenda que o canto deste pássaro indica o final da
época das chuvas.

Aceitam diferentes tipos de alimentos dados pelo homem, como grãos de milho e pedaços de pão. Andam em casais ou pequenos grupos. Só voam quando se sentem obrigadas.

À noite abrigam-se no alto das árvores, onde também constroem seus ninhos. Do tupi, siriema=pequeno nhandú, ou seriema=nhandú com crista.