segunda-feira, 20 de junho de 2011

Em acionamento a denuncia anônima, Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, deslocaram ate a AV Presidente Getulio Vargas e também na Rua RAQUEL FERREIRA

Em acionamento a denuncia anônima, Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, deslocaram ate a AV Presidente Getulio Vargas e também na Rua RAQUEL FERREIRA, onde usuários e comerciantes do entorno dos endereços reclamavam de poluição que estava ocorrendo nos locais. Nos locais os policiais militares ambientais verificaram o seguinte: Que um caminhão que transporta vísceras, couros, ossos entre outros materiais oriundos de abatedouro, estava deixando cair nas vias sangue e gordura animal. Este fato estava provocando poluição, pois o sangue estava escorrendo para as galerias de águas pluviais e conseqüentemente iria alcançar o recurso hídrico alem do mau cheiro, para os usuários e comerciantes. Outro fato é que a gordura animal quando em contato com o asfalto diminui a aderência dos pneus dos veículos e que ocasionar acidente de transito principalmente no caso de motocicletas e bicicletas. Diante dos fatos o autor foi identificado e registrado um boletim de ocorrência e as medidas cabíveis para os órgãos competentes.

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, em acionamento a denuncia formulada na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas,

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, em acionamento a denuncia formulada na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas, deslocaram ate um bairro do município, onde segundo informações dos moradores uma empresa estava causando transtornos aos vizinhos. De posse de um abaixo assinado os policiais realizaram contato com centenas de moradores que reclamavam de poeira excessiva, sujeira, alem de problemas de saúde tais como Renite, Bronquite e problemas respiratórios. sendo gastos grandes quantidades de remedios para tentarem melhorar a qualidade de vida Foi identificado o que estava ocasionando os problemas sendo confeccionado um boletim de ocorrência e as medidas cabíveis para os órgãos competentes. E a empresa se comprometendo a sanar a irregularidade. para melhorar a qualidade de vida dos moradores.  Denuncias desta forma podem serem feitas na 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Para de Minas.

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, proferiram palestras para alunos do ensino fundamental de escolas municipais e para empresas,

Policiais do 3º Grupamento de Policia Militar Ambiental, proferiram palestras  para alunos do ensino fundamental de escolas municipais e para empresas,  para o melhor compreensão dos assuntos são exibidas em  slides de ocorrencias ambientais da região do municipio para que o publico se intereja com os problemas enfrentados  pelo meio ambiente onde foram abordados os seguintes assuntos:
 
Atividade de Meio ambiente: não vamos pescar com materiais predatórios tais como tarrafas, redes de emalhar; não vamos pescar com materiais que causam mutilação nos peixes, tais como fisgas, chuveirinhos, anzóis múltiplos; não vamos danificar, cortar árvores em logradouros públicos (praças, jardins, ruas) e em zonas rurais; não vamos maltratar e nem matar os animais; não vamos aprisionar os pássaros e as aves silvestres sem licença do órgão ambiental competente; não vamos colocar fogo em lotes, vias públicas, matas; não vamos desperdiçar água potável em nossas residências, diminuindo o tempo de banho no chuveiro elétrico, não utilizar água como vassoura, não deixar torneiras e registros defeituosos, economizar água quando lavar o carro; vamos fazer a separação do lixo em nossa residência e evitar o máximo possível o desperdiço, vamos jogar o lixo no lixo; vamos cuidar do meio ambiente, preservar a natureza e nosso dever; vamos chamar a Polícia Militar de Meio Ambiente em caso de crimes ambientais através do nº 181 - Denúncia Anônima, para a proteção do meio ambiente.

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

Código Florestal IV: A Tragédia dos Comuns

trgpNesses tempos em que se discute a obrigatoriedade legal da conservação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APPs), tenho me referido muito ao artigo “The Tragedy of the Commons” (A Tragédia dos Comuns), publicado na revista Science em 1968, pelo biólogo Garret Hardin. Apesar da data da publicação ele ainda é muito pertinente para os dias atuais.

O texto de Hardin é um clássico da literatura ecológica que discute, dentre outras coisas, os conflitos de interesses existentes no uso de um recurso. De forma bastante clara, ele demonstra como a utilização irrestrita de um bem coletivo leva inevitavelmente ao seu completo esgotamento. O exemplo utilizado por Hardin foi retirado do trabalho do matemático William Foster Lloyd sobre a posse comunal de terras em aldeias medievais.

Imagine uma área de pastagem pública onde qualquer pessoa possa colocar seus animais para o pastejo e engorda. De forma geral, todos têm um interesse comum em preservar esse local, porque é a partir dele que conseguem alimentar suas crias. Como se trata de um pasto público, entretanto, ninguém pode ser impedido de utilizar a área. Cada animal novo que é colocado para pastar gera um resultado positivo para seu criador, na forma de aumento do seu lucro. Mas cada animal a mais gera também um impacto negativo sobre a pastagem, que tende a uma superexploração. Quando o pasto acaba, todos que o utilizam são prejudicados. Ou seja, o lucro é individualizado, mas o prejuízo é dividido pela coletividade.

Esse exemplo serve muito bem para explicar porque é tão difícil se ter sucesso com as políticas de preservação atuais. A lógica que se estabelece todas as vezes em que se admite o uso de um recurso comum é, na definição mais simples, “egoísta”. Parece fazer parte da natureza humana a tendência de se tentar tirar o máximo proveito de algo, sem se preocupar com o quanto se contribuiu individualmente para sua produção ou proteção.

Essa lógica se faz presente em praticamente todas as esferas da sociedade e se manifesta de diferentes formas. Em todas elas, entretanto, o que se observa é um entendimento intrínseco de que “o que é público não tem dono e por isso mesmo cada um utiliza do jeito que bem entender”. Isso se observa no aluno que depreda a escola pública em que estuda, no cidadão que não se importa em deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes, ou no político que passa a fazer as mesmas coisas que costumava criticar antes de ser eleito. Se o bolo é da coletividade, se sai melhor aquele conseguir pegar o melhor pedaço, não importando se um dia ele acabará e todos morrerem de fome. A tragédia se refere justamente a isso. Um dia, tudo que é superexplorado se esgota e não importa se você pegou apenas o que lhe era devido ou se abocanhou mais do que podia, todos terão o mesmo fim.

As florestas, assim como a água, a biodiversidade e os demais recursos naturais são bens da coletividade. A todos é dado o direito da utilização, assim como o dever da preservação. Mas é justamente aí que mora o problema, pois a tendência natural é a de que todos utilizem, mas poucos se preocupem em preservar. Devido a isso é que o papel das leis e da fiscalização é importantíssimo. Deixar a cargo da consciência de cada um a responsabilidade da manutenção dos recursos é, no mínimo, arriscado.
Compreender a lógica da Tragédia dos Comuns é importante para que se possam definir ações e políticas públicas que levem efetivamente à conservação. Se os seres humanos tendem a agir somente em benefício próprio, por que até hoje não se estabeleceu uma política ambiental pautada na valorização dos que preservam? Por que não fornecer incentivos fiscais, econômicos e tecnologia para os proprietários que mantem conservadas as suas APPs e reservas legais? Por que não premiar o certo ao invés de apenas punir o errado?

O projeto em análise para alteração do código florestal não traz nenhum tipo de subsídio ou incentivo a quem se dispõe a preservar. Muito pelo contrário, a proposta atual é anistiar quem desmatou, desvalorizando ainda mais os que sempre andaram de acordo com a lei. Esse é mais um dos motivos que me fazem repudiar o texto aprovado na câmara. As alterações propostas ao mesmo tempo em que incentivam o desmatamento, não abrem nenhuma porta para motivar a preservação.

A mudança de paradigma na política ambiental brasileira é uma necessidade urgente. Perceber os erros depois que o bolo já tiver acabado não vai adiantar de mais nada.
Fonte: http://www.grnewns.com/

www.artemisambiental.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Policiais Militares do 3º Grupamento Ambiental, em atendimento a denuncia anonima deslocaram ate a BR 352 proximo ao entrocamento com a BR 262

  Denuncias podem ser feitas pelos telefones 2323-2230 ou 181 ou ainda na 4ª Promotoria de Justiça de Para de Minas.



Policiais Militares do 3º Grupamento Ambiental, em atendimento a denuncia anonima deslocaram ate a BR 352  proximo ao entrocamento com a BR 262. No local os policiais militares ambientais constataram que na margem esquerda da rodovia sentido Belo Horizonte para Para de Minas individuos não identificados haviam jogados sacos de linhagem contendo  no interior diversos frangos de granjas.O mal cheiro no local é insuportavel devido a decomposição dos frangos sendo que existe uma proliferação de insetos vetores de doenças no local como moscas.  Foi verificado ainda que existe uma grande quantidade de URUBUS que estão se alimentando das animais mortos. Devido a grande quantidade de urubus algumas destas aves tendem a permanecer na pista de rolamento  o que pode acontecer algum acidente de transito.  os  Policiais estão confeccionando um boletim de ocorrencia dos fatos uma vez que o autor ainda não foi identificado. Foi observado ainda que os frangos são oriundos de granjas e não de abatedouros pela carcaças dos animais inteiros. Denuncias podem ser feitas pelos telefones 2323-2230 ou 181 ou ainda na 4ª Promotoria de Justiça de Para de Minas.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre. OURIÇO CAIXEIRO


Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de moradores do Bairro Dom Bosco no município de Para de Minas de que devido a um incêndio em uma área de intensa vegetação, animais da fauna silvestre para fugirem de serem queimados estavam se refugiando nas ruas do bairro.  Durante o patrulhamento para localizar e recolher os animais. Foi localizado  na rua um animal da espécie ouriço-caixeiro, os militares do policiamento ambiental  para evitar que o animal fosse atropelado foi feito o seu recolhimento e, depois de avaliado por médico veterinário, encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida contribuindo assim para equilíbrio do ecossistema.


ouriço-caixeiro (Coendou prehensilis) é um porco-espinho arborícola, solitário, notívago e frutívoro, encontrado em florestas tropicais do México até na América do Sul.


   O Coendou prehensilis é um pequeno mamífero de 18 a 20 cm de comprimento e cerca de 1 kg de peso máximo, seu corpo é coberto por espinhos curtos e pontiagudos em cor esbranquiçada ou amarelada, misturada com o pelo mais escuro. Esse animal tem hábitos arborícolas e transita com freqüência pelas bordas das matas de galeria, onde pode entrar em contato com animais domésticos e pessoas, eles são animais noturnos, mas que no final do dia já começam a ficar bastante ativos.


    À noite saem para procurar presas, tendo que seu olfato e audição são bastantes aguçados, eles também são animais solitários e territoriais, só se encontram nos meses de abril e agosto para se reproduzirem. Cada ninhada é composta de quatro a sete filhotes, que nascem em um ninho construído com folhas secas. Com três meses de idade, eles podem deixar o ninho. São animais que em condições ideais podem viver até sete anos.

    O ouriço-cacheiro é maior insetívoro da nossa fauna, com um comprimento do corpo entre 18 e 20 cm e cerca de 1 kg de peso máximo, sendo o valor mais habitual os 700 g.

    É facilmente identificado por ter o dorsocoberto de espinhos longos e aguçados, de cor acastanhada e com bandas escuras nas extremidades. A cauda é muito pequena, as orelhas são igualmente pequenas e a cabeça encontra-se bem destacada do corpo.


    A  cabeça e a superfície ventral são densamente cobertas de pêlos. Tem um sentido de visão pouco desenvolvido, ao contrário da audição e do olfacto. Quanto sente perigo enrosca-se, expondo os espinhos como armas de defesa. Hiberna entre Novembro e Março. É um animal solitário e territorial, de hábitos essencialmente noturnos, podendo ser observado nas últimas horas do dia e ao amanhecer.


    Alimenta-se, sobretudo de invertebrados que encontra no solo - minhocas, escaravelhos, lagartas, aranhas e lesmas - embora também por vezes consuma ovos e pequenos vertebrados - sapos, lagartos, crias de roedores e de aves. Também come peixe, até porque é um excelente nadador. Consome cerca de 70 g
de alimentos por noite.

A época da reprodução verifica-se de Abril a Agosto, tendo a gestação uma duração de 12 a 13 semanas. Cada ninhada é composta por 4 a 6 crias.

Tem uma longevidade máxima de 7 a 10 anos, vivendo em média 3. As principais causas de mortalidade são a fome durante a hibernação e a predação por parte de raposas, texugos ou mesmo cães.
Os atropelamentos na estrada constituem também um importante fator de mortalidade desta espécie.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de moradores do Bairro Dom Bosco no município de Para de Minas de que devido a um incêndio em uma área de intensa vegetação, animais da fauna silvestre para fugirem de serem queimados estavam se refugiando nas ruas do
bairro.  Durante o patrulhamento para localizar e recolher os animais. Foi localizado  na rua em meio ao transito de veículos, uma ave da espécie Seriema, os militares do policiamento ambiental  para evitar que a
ave fosse atropelada foi feito o seu recolhimento e, depois de avaliado por médico veterinário, encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida contribuindo assim para equilíbrio do ecossistema.

Seriema, sariema ou siriema é o nome vulgar dado às aves pertencentes à família Cariamidae, da ordem Cariamiformes.  São aves de médio porte, terrestres, que preferem correr a voar. O grupo é nativo da América do Sul e habita zonas de pradaria ou florestas abertas. As seriemas alimentam-se de insectos, lagartos e pequenas cobras, como também de cajus e cajus do cerrado.

 Em contato com os humanos, as Seriemas são sempre  desconfiadas e quando se sentem ameaçadas por eles, costumam abrir suas asas e enfrentá-los. Diz à lenda que o canto deste pássaro indica o final da
época das chuvas.

Aceitam diferentes tipos de alimentos dados pelo homem, como grãos de milho e pedaços de pão. Andam em casais ou pequenos grupos. Só voam quando se sentem obrigadas.

À noite abrigam-se no alto das árvores, onde também constroem seus ninhos. Do tupi, siriema=pequeno nhandú, ou seriema=nhandú com crista.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental receberam na data do dia 03 de Junho de 2011, por volta das 17:50 horas, denuncias de moradores do Bairro Dom Bosco

  Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental receberam na data do dia 03 de Junho de 2011, por volta das 17:50 horas, denuncias de moradores do Bairro Dom Bosco, mais precisamente próximo ao Ponto de Captação de Água do RIBEIRÃO PACIENCIA. Segundo os moradores no local a água exalava um intenso mau cheiro, bem como a coloração da água se encontrava diferente e algumas bombas de sucção haviam sido queimadas também foram recebidos telefonemas de moradores de outros bairros reclamando  aos policiais militares ambientais sobre o uso excessivo de cloro na água utilizadas nas residências.

      Os Policiais Militares Ambientais deslocaram ate o citado local onde constataram as veracidades das informações, referente ao mau cheiro e a coloração da água. No sábado a equipe retornou novamente ao RIBEIRÃO PACIENCIA para localizarem o ponto exato de lançamento dos rejeitos, o ponto de partida foi o Ponto de Captação de Água do RIBEIRÃO PACIENCIA, onde depararam com os funcionários de uma EMPRESA DE LATICINIO instalada na BR 262, que realizavam avaliação do ponto de captação no ribeirão, uma vez que devido ao o odor, coloração e cheiro da água tiveram que realizarem a paralisação da produção de seus produtos lácteos.

          Os militares identificaram o local de onde o material era oriundo, bem como o material que é um barro oriundo da lavação de pedras geradas da atividade de  mineração.  Diante dos fatos foi realizado contato com a Concessionária de Abastecimento de Água do município onde funcionários relataram que aumentaram o tratamento da água do município para retirar o gosto de barro que a população constataria. tambem foi feito contato com EMPRESA DE LATICINIO que esta tomando todas as medidas para  que a produção dos produtos não sofram com a queda da qualidade.



    Foi confeccionado boletim de ocorrência para as autoridades competentes repassando todos os fatos encontrados. Bem como todas as penalidades que a legislação requer.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem animal da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de que moradores da zona rural do município de Pequi estavam ouvindo estampidos de disparos de arma de fogo, os policiais militares ambientais realizaram diversas abordagens a pessoas suspeitas foram realizadas porem não foi localizado pessoas com armas ou outros apetrechos para a captura de animais. Durante o patrulhamento foi localizado perdido próximo a Rodovia MG 060, uma fêmea da especie VEADO-CAMPEIRO filhote, os militares ficaram observando o referido animal a uma distancia segura, para evitar que fosse atropelado ou que retorna-se a mãe porem com o passar do tempo o referido fato não ocorreu. Considerando que o animal possuía poucos dias de vida e que não sobreviveria, foi feito o seu recolhimento e, depois de avaliado por médico veterinário, encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida, sendo que o animal será monitorado por profissionais treinados, capazes de recuperarem animais silvestres doentes e/ou acidentados.




Conhecendo um pouco sobre o veado-campeiro

O veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus) é um veado campestre, encontrado em grande parte da América do Sul, ao sul da Amazônia. Tais cervídeos medem cerca de 1 metro de comprimento, com pelagem dorsal marrom, contorno da boca, círculo ao redor dos olhos e barriga brancos e galhada com três pontas e cerca de 30 cm de altura.
Hábitos
Este veado é encontrado mais comumente sozinho ou em grupos de até três animais; porém, já foram encontrados grupos de até 11 indivíduos. Possuem chifres de três pontas que podem alcançar 30 cm de comprimento; sua galhada é composta de dois chifres: um galho cuja ponta é voltada para frente e o outro com duas pontas, para trás. Esta composição começa a aparecer após o terceiro ano de vida do animal.
São animais extremamente ágeis, podendo correr a 70 km/h e pular obstáculos sem diminuir a velocidade. Os saltos são suficientes para cruzar pequenos rios; quando não, nadam com facilidade.
A hierarquia social é determinada através de disputas nas quais os machos empurram seus adversários com os chifres, numa prova de força. Esta disputa não tem por objetivo perfurar o oponente e o dano mais comum é a quebra de algumas pontas; porém podem ocorrer casos de perfuração.
Sua população está bastante reduzida por causa da caça, da febre aftosa (transmitida pelo gado), das queimadas e da perda do habitat natural, decorrente da ocupação agropecuária do cerrado e pampas. Ironicamente, muitos fazendeiros culpam o veado pela disseminação da febre aftosa e acabam abatendo o animal para proteger o gado.
Alimentam-se essencialmente de gramíneas, e desprezam os capins mais adequados para o gado. Porém se alimentam de outras plantas que quase nenhum outro animal come como o alecrim-do-campo, o assa-peixe, o capim-favorito e vagens de barbatimão.
Existem três subespécies de veado-campeiro:
O. bezoarticus bezoarticus - Campos do Brasil Central para o sul até o Uruguai
O. bezoarticus leucogaster - Sudoeste do Brasil, na região do pantanal
O. bezoarticus celer - nos pampas da Argentina.
As populações das três subespécies não estão em contato.
O nascimento dos filhotes ocorre quando existe uma maior oferta de alimentos, no fim das enchentes do pantanal ou após as queimadas naturais, épocas em que ervas, gramíneas e arbustos

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre


Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental recolhem ave da fauna silvestre. Em atendimento a solicitação de que moradores do bairro Grão Para no município de Para de Minas haviam deparado com uma ave havia colidido contra uma janela e se encontrava machucada. Os policiais militares ambientais, deslocaram ate o local e constataram que a referida ave se tratava de um PAPAGAIO, diante dos fatos os militares realizaram o  recolhimento  da ave e, depois de avaliado por médico veterinário, tendo ficado em observação durante  um período para avaliação sendo encaminhado para uma propriedade rural onde a entrada de estranhos é proibida

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental agem contra a implantação irregular de loteamentos nos municípios.

Policiais Militares Ambientais do 3º Grupamento Ambiental em atendimento a denuncias formuladas na 2ª Promotoria de Justiça de Curadoria de Urbanismo sobre a implantação irregular de loteamentos nos municípios de PARA DE MINAS, FLORESTAL E SÃO JOSE DA VARGINHA.  Os militares deslocaram em diversos loteamentos, sendo constatadas diversas irregularidades tanto na área ambiental, quanto no urbanismo, infringindo normas municipais , estaduais e federais . Diante dos fatos foram lavrados autos de infrações e boletins de ocorrências para as autoridades competentes.  

Para se implantar um loteamento é necessária a observação de diversos requisitos, pois  cada novo loteamento terá que ter, ruas condizentes com a demanda populacional, energia elétrica, captação de esgoto, rede de abastecimento de água, coleta de lixo entre outros.   Em vários casos de loteamentos irregulares os maiores prejudicados são os compradores, pois não raras as exceções ficam durante anos sem poderem terem condições de residirem em um bairro que atende as demandas de infra estrutura.





Sem sacola plástica, o que fazer com o lixo?

Uma ideia genial! Sem sacola plástica, o que fazer com o lixo? Ótima dica!!




Muito bem bolado, precisamos aderir!!!

Dia desses, quando recusei a sacolinha plástica numa loja, ouvi da moça do caixa: mas como você faz com o seu lixo? Não foi a primeira vez que me perguntaram isso. A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" das sacolinhas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo? Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (absorventes, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:
Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-i5bblep9J2iCyQ1fzcKriUNGWimVnik4dJLQqh0SZNet7L71gxS8I5JAPe-EzJnLeYrKe3ScK-oikdNh16jOAFtHFu7QrLvoY4nDeALW4CYAU9A9i5vJxI5K9t8n8pkqw8q3XzJFqgyI/s200/saco+jornal+1.jpg
Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwdXqMQTOkYl4qrh1s-d_kBzzM3sHp54mPUbs1_c5wvXKBl871Q3sc3awQ-aa6CQQdZGGKc3d0B3SiigtfAYRrqBL-LJ2ORGiHr992yBCX78cIjWZmfY11SnHszimP0AnCAan31yp67evz/s200/saco+jornal+2.jpg
Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7tI1fmEILaGSKTHGESoceLyK3P3zhPUtSynw6X2VVrXzarOLoMG1RJFoJw6B9uH292d2HnIEEFapT98MPFX90JtklX6UUadSVeZlxIcicuXhnaGWxEgRf2sVYxGbuGJFzSkrvApQXw2XE/s200/saco+jornal+3.jpg
Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSaBVrHTI4zVAVrKXNoLgPR3uCBieX3xBGHC9TNsDwWAGumoeYYpeRX8aCsQJOWgFWapgOhViG7rASmDj8lX4Dke4NDJLze617B_EbKupuvxqn9qprE4j2jGbb9HVQPoPwH98MzH06uylO/s200/saco+jornal+4.jpg
Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMFoaBhbTedCcTa5Yg6PV2fOyfE5RxIWzHP5aMEes8muY-hMDja5p5IQYmi43pDsypqtQM0T1ypDCAE7m5x-TaqFUndssy3-s3w5qsVJL8vblzuOcvQ0JQHwvQsdbMaLRDbnHaotAH6Bzo/s200/saco+jornal+5.jpg
Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj29bB_SMTLgWp64lRPF2Q_wnzcj-3QUkcFYSsfD3ggkc1QJu1UayQRRAY2dm_zj8a587OFisiz3giunt-m7wXvPAX2aG6Gaw-j520KLpSm64vC3n8zVxRC_lw5D8MbKfCFxPOrygl3mgNp/s200/saco+jornal+6.jpg
Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação. 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfYD_QOYMiP9GScZWVxefOTZBrf2vtiLTai6XYT5cnqoP7Ej32N8wH02JOPlLHHBn1TSkHeWZQEEbojTGToeln401sJs77OvYvL_8M7JpZxSpeEsAFt7VqWA6r6PbebI_CHvWGAs3pN3_X/s200/saco+jornal+7.jpg
Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihHGYuKjDDUUVbsETEZc38XdB6SurLh1jzSHG6IdeJGXCNS7lQKL97uSMMWxaackPQ7SRGq4dPZAi6_RTEaJVrGLlg8oS-EVeWgqXDIGIJTP7F-x_Q-mSGn9wDe2Y5SjaPeqtWris4_siC/s200/saco+jornal+8.jpg
Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEivNNJcXT6LL8K5Yo8dy3q52MNI0vL5nysIz8_Cc_c4kR3Fggr0N_IG4r9xfF-oNsONq8_ahwBklDR3MJQXksbMnEUxq05jqGt2vOrpgFPjzuHB9xDOmT4I13-0sNnNiRDtx38fSCztxHtX/s200/saco+jornal+9.jpg
É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMovMjFsYKE9fsQ4MQw_jdDVh6CtLVqonEZqfZDxKzEYHCvd6YCMD9GJVxvDJCUnmDNx_9_aw7IfOtWpHed1y-yZVE1of5eJ_5W5HG9u16N664eAbkL-ircLwsO1BN8dnsRKhhvg1GUrNw/s200/saco+jornal+10.jpg
Que tal?
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbuHxxfJrxQUjRCHgvBPwoqdp6aVqb4-9o5iALOcutC3rY4P-Xn7xxT8qWaWMC1VyFYun6CEOyfQ-Z4eF2mA_8pl1CXnq_ngCnYNi962LeJclmxiWNI6NyWkg4mWx-LUDZhRQXdQnp9e41/s200/saco+jornal+11.jpg
Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!
  
colaboração de  Deise Tatiane Bueno Miola.
Bióloga, Mestre em Ecologia pela UFMG.

Fonte Autoria desconhecida
 
         “Se o seu problema tem solução, então não há com o que se preocupar. Se seu problema não tem solução, toda preocupação será em vão.” (Provérbio tibetano)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Muhammad Yunus faz palestra em Belo Horizonte

26.05.2011 | 21:20 | ECONOMIA [voltar]   [inicial]
Prêmio Nobel da Paz disse que cria empresas para ajudar as pessoas
G1
Ampliar foto O fundador do Grameen Bank, Muhammad Yunus, disse em palestra nesta quinta-feira (26), no IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, em Belo Horizonte, que criou o banco para atender aos grupos que são excluídos pelo sistema bancário.
Conhecido como "banqueiro dos pobres" e agraciado com o Nobel da Paz em 2006, Yunus fundou o Grameen Bank em 1983 e, com essa instituição, concedeu créditos para 8,3 milhões de bengaleses, em sua maioria, mulheres.
De acordo com ele, a proposta de emprestar dinheiro a pessoas pobres começou com US$ 27 emprestados a 40 pessoas. “Eu era professor e queria combater a agiotagem e isso me levou para essa direção para o resto da minha vida. Muita gente está excluída do sistema e, por isso, criei o banco”, contou Yunus.
Os bancos convencionais, segundo Yunus, procuram pelos ricos e pelos homens. “O Grameen Bank faz o contrário. Procura os pobres, e as mulheres”, disse. Segundo Yunus, quanto menor for a aldeia, em lugares remotos, melhor para o banco dele.
Yunus falou ainda que o Grameen é o único banco do mundo que não tem advogados e que, em 2008, durante a crise econômica, os grandes bancos entraram em colapso, mas o empreendimento dele não foi abalado. “Emprestamos dinheiro sem garantia, sem advogados, e o Grammen só crescia”.
O empreendedor disse que a cada mês são feitos US$ 150 milhões em empréstimos, uma média de US$ 200 por pessoa. Ainda segundo ele, mais de US$ 1 bilhão são emprestados, por ano, pelo Grameen. “E o dinheiro vem do nosso sistema. Não pegamos dinheiro com o governo”. E completou que 56% do dinheiro que é emprestado vem do próprio banco.
Yunus contou que, para o tomador ter direito de empréstimo no banco, é preciso que os filhos estejam regularmente na escola. “Com isso, temos mais de 52 mil alunos nas escolas e faculdades”, ressaltou.
Para Yunus, educação serve para fazer ações maiores e melhores do que fazem os analfabetos. “É preciso que as pessoas estudadas façam melhor. Não adianta pegar o diploma e bater de porta em porta para procurar emprego. O melhor é abrir uma empresa enquanto estuda”, defendeu.
Telefonia celularYunus disse que o importante é abrir um empreendimento levando-se em consideração a oportunidade de ajudar as pessoas. Pensando desta forma, ele abriu uma empresa de telefonia celular para mulheres. Suas clientes compravam um aparelho celular e vendiam o minuto para aquelas que não tinham. Atualmente, a empresa de Yunus é a maior de Bangladesh.
Para crescer tanto assim, ele explorou um mercado de 85% da população que mora na zona rural do país e que não tinha telefonia celular. “Abro empresas porque quando vejo algum problema quero resolver. São as chamadas ‘empresas sociais’, que resolvem os problemas”, explicou. Yunus disse que não é um homem rico porque não é dono das empresas e, sequer, possui ações.
Antes de deixar o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, Yunus e o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, assinaram o protocolo de intenções para trazer a experiência de microcrédito do Grameen Bank para o Brasil.
Fonte: acessada em 06.06.11



ideia inicial
Morando em Bangladesh - um pequeno país no subcontinente Indiano, com 130 milhões de habitantes, uma renda per capita de cerca de US$ 300 e com 62% da população analfabeta - para onde retornou após ter estudado Economia nos Estados Unidos, como bolsista do programa Fulbright - o Professor Yunus lecionava Teoria Econômica na Universidade Chittagong, enquanto tentava descobrir como poderia utilizar tanta "teoria" para resolver o simples problema das pessoas que morriam famintas a seu redor.
Yunus atribui a origem de sua visão a um encontro fortuito, em Jobra, com Sufia Begum, uma jovem de 21 anos que lutava desesperadamente para sobreviver. Para poder trabalhar Sufia tinha tomado emprestado cerca de 25 centavos de dólar americano a um agiota de seu bairro, que lhe cobrava juros de 10% ao dia. Com esse dinheiro, Sufia comprava bambu para fazer tamboretes. De acordo com o "contrato de empréstimo", Sufia era obrigada a vender seus tamboretes exclusivamente ao agiota que lhe financiara e que pagava um valor muito abaixo do valor de mercado. Assim Sufia conseguia obter um "lucro" de cerca de 2 centavos de dólar. Para todos os efeitos a condição de trabalho de Sufia era equivalente à de escravo.
Yunus encontrou 42 mulheres em Jobra nas mesmas condições e resolveu, ele mesmo, emprestar-lhes seu próprio dinheiro a taxas bancárias normais. Inicialmente emprestou 27 dólares, aproximadamente 62 centavos por tomadora.
Surpreendentemente, Yunus recebeu de volta, com pontualidade, o capital e os juros de todos os empréstimos que fizera Isso lhe deu a ideia que talvez fosse possível expandir esse processo. [2]

 O "Grameencredit"

 
Explica Muhammad Yunus:
O "Grameencredit" (crédito do Banco Grameen) baseia-se na premissa de que os pobres têm habilidades profissionais não utilizadas, ou subutilizadas. Definitivamente não é a falta de habilidades que torna pobres as pessoas pobres. O Grameen Bank acredita que a pobreza não é criada pelos pobres, ela é criada pelas instituições e políticas que o cercam. Para eliminar a pobreza, tudo o que temos de fazer é implementar as mudanças apropriadas nas instituições e políticas, e/ou criar novas instituições e políticas(…) o Grameen Bank criou uma metodologia e uma instituição para atender às necessidades financeiras dos pobres e criou condições razoáveis de acesso a crédito, capacitando os pobres a desenvolverem suas habilidades profissionais para obter uma renda maior a cada ciclo de empréstimos. [3]
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Yunus acessado em 06 06 11

Cuidar é a melhor maneira de preservar

No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Consultora Ambiental prevê prejuízos com aprovação do novo Código Florestal

Consultora Ambiental prevê prejuízos com aprovação do novo Código Florestal

deisem_codA votação sobre as alterações no Código Florestal tem gerado polêmica no Brasil. O novo Código vai substituir o de 1965 e define regras para a exploração de terra no país, como por exemplo, permitirá que pequenos produtores fiquem isentos de ter uma reserva legal em sua propriedade.

Além de outras alterações em relação ao favorecimento do desmatamento, que fará com que diminua o número de florestas e matas nativas, fazendo com que haja menos verde nas propriedades.

O problema, segundo ambientalistas, é que caso todas as alterações sejam aprovadas, o Brasil poderá gerar até 13 vezes mais gases no efeito estufa que emitiu em 2007, contribuindo ainda mais para o aquecimento global.

Mas este não é apenas um dos problemas discutidos por ambientalistas e pessoas do meio rural, como explica a Bióloga, Consultora Ambiental e colunista GRNEWS, Deise Miola, ao comentar a votação favorável na Câmara dos Deputados:

Segundo Deise Miola, a sociedade científica não foi convidada para elaborar junto a outros órgãos e instituições as alterações no Código Florestal.

Assim a lei não é analisada corretamente de acordo com a realidade do país e caso sejam aprovadas as alterações, ela acredita que o Brasil estará na contramão da história mundial:

A consultora ambiental garante ainda que, se aprovadas as mudanças, todo o país será prejudicado não só nacionalmente, como também no exterior:
O novo texto do Código Florestal chegou esta semana ao Senado. A pressão é ainda maior por parte dos interessados em aprovar as alterações, pois no dia 11 de junho vence o Decreto presidencial que impede a execução de multas contra os produtores em desacordo com o Código atual. Após esta data, mais de 80% dos produtores se tornariam ilegais e sujeitos à multa.

Segundo alguns senadores, o novo Código Florestal só será analisado e votado no segundo semestre deste ano.
Fonte: http://www.grnews.com.br/ acessado em 01/06/11